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Cinco documentários brasileiros para assistir hoje e sempre, segundo Tassia Araujo

Na lista montada pela cineasta piauiense tem desde a história da primeira travesti eleita democraticamente no Brasil ao movimento da sobrevivência ancestral de uma tribo indígena no Alto Xingu.
Postado em 7 de agosto de 2019 Seja o Primeiro a comentar
Últimas Conversas (2015), de Eduardo Coutinho.
Últimas Conversas (2015), de Eduardo Coutinho.

Sem esse papo que documentário não é legal. É bom sim e se for brasileiro então é melhor ainda. Seja para assistir sozinho e ficar reflexivo por dias e dias ou vê na sala da casa de amigos, esse gênero de película é o que melhor dialoga com a realidade.

O Dia Nacional do Documentário Brasileiro é celebrado dia 7 de agosto em homenagem ao cineasta Olney São Paulo, diretor de curtas, médias e longas que tornou-se símbolo do artista censurado e perseguido durante a ditadura militar brasileira (1964-1985). Autor de obras como Manhã Cinzenta (1969), Olney é até hoje inspiração técnica e artística para todas as gerações seguintes a sua.

Conversando com a cineasta Tassia Araujo pedia a ela cinco indicações de docs nacionais que não saem da sua cabeça nem da projeção ideal. Natural de Teresina, Araujo tem trilhado com caminho profissional interessantíssimo ao organizar e realizar A Parada de Cinema, evento que traz filmes de vários lugares do mundo e são exibidos na capital do Piauí, e realizado documentários como o sobre o Balé da Cidade de Teresina.

Tassia Araujo. Foto: Reprodução

A seguir, a lista montada por Tassia especialmente para o site YHM. Taca o play!

Kátia (2012), de Karla Holanda.

Últimas Conversas (2015), de Eduardo Coutinho.

Estamira (2006), de Marcos Prado.

Branco Sai, Preto Fica (2015), de Adirley Queirós.

 

As Hiper Mulheres (2011), de Takumã Kuikuro, Leonardo Sette e Carlos Fausto.